A partir da entrevista ao programa "Conversa de Alpendre", da TV Cabo Mossoró (TCM) (assista AQUI), exibido semana passada, se percebe que a deputada federal Sandra Rosado (PSB) já tem dois discursos prontinhos para rebater as críticas que recebe de petistas de Mossoró pelo fato de não ter apoiado a candidatura de Hugo Manso (PT) para senador, nas eleições de 2010. Essa fatura será dividida com a presidenta Dilma Roussef (PT) e com o próprio prefeitável petista, Josivan Barbosa.
Sandra disse que até decidir pelo segundo voto ao Senado para Garibaldi, vinha defendendo apenas a candidatura de Wilma de Faria (PSB). A opção pelo senador do PMDB veio a partir de uma caminhada que a então candidata a presidente Dilma Roussef (PT) realizou no Alecrim, em Natal. Naquela ocasião, Dilma apresentou seus quatro candidatos ao Senado no RN: Wilma de Faria (PSB), Hugo Manso (PT), Garibaldi Filho (PMDB) e Sávio Hackdrakt (PC do B).
"Perguntei pessoalmente à presidenta se realmente não haveria problema se apoiássemos Garibaldi. Ela garantiu que não", afirmou Sandra, que explicou ainda que suas bases eleitorais estavam mais sintonizadas com o líder bacurau, com quem teve uma relação política de 20 anos.
O segundo ponto do discurso de Sandra sobre essa cobrança é fazer com que a fatura seja dividida com o próprio Josivan Barbosa. "Será que pessoas que hoje estão no PT votaram em Hugo Manso?", num alerta que o reitor da UFERSA, na época militante do PSB também não apoiou o candidato petista ao Senado. Ou seja, a lógica da líder socialista é: como cobrar de alguém de outro partido o que nem o candidato do seu partido fez?
Essa discussão ainda vai render.
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