O comentário da abertura da coluna do jornalista César Santos, na edição do Jornal De Fato que está nas bancas deste sábado (21/01) é perfeito. Enfoca esse debate ridículo que vem sendo alimentado por alguns setores retrógrados sobre a presença de nomes de Mossoró no primeiro escalão da governadora Rosalba Ciarlini.
O blog reproduz e assina em baixo:
É de Mossoró, e daí?
Tolice o comentário menor sobre a presença de nomes de Mossoró no primeiro escalão do Governo do Estado. Se a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) foi prefeita três vezes e com administração alcançando alto índice de aprovação, natural que ela convocasse alguns dos seus ex-auxiliares. Critério simples: confiança e competência. Simples assim. Se observar governos passados, essa regra foi respeitada, independentemente do registro de nascimento dos secretários. Veja o exemplo do senador-ministro Garibaldi Alves Filho (PMDB), que leva consigo ou indica nomes de sua confiança, onde quer que esteja. Ademais, é preciso entender que Mossoró é Rio Grande do Norte. Tratá-la de outra maneira passa a ideia de discriminação. Aliás, imaginava-se que esse tipo de sentimento havia sido superado com a eleição de Rosalba, tanto para o Senado (em 2006) quanto para o Governo (em 2010). Com um detalhe: nas duas eleições Rosalba foi primeira colocada na capital, superando adversários que fizeram carreira política em Natal. Em 2010, por exemplo, a governadora suplantou o ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT), que hoje lidera as pesquisas da sucessão natalense. Logo, não há o sentimento de divisão do natalense em relação ao mossoroense, até porque Natal já foi administrada por prefeitos nascidos em Mossoró, tanto no passado distante quanto no recente: Jorge Ivan Cascudo Rodrigues, José Agripino Maia (DEM), Wilma Maria de Faria (PSB), todos com excelente aprovação popular. Pois bem. O cidadão não quer saber a origem do nascimento de auxiliares do Governo. Tanto faz se nasceu em Mossoró, Natal ou na Conchichina. O que o povo quer é que o Governo dê as respostas das quais ele anseia. Quer trabalho, solução para os problemas que afligem a sociedade, programas que melhorem a vida das pessoas. O debate sobre a naturalidade de secretários fica para quem tem outros desejos, certamente, impublicáveis.
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É de Mossoró, e daí?
Tolice o comentário menor sobre a presença de nomes de Mossoró no primeiro escalão do Governo do Estado. Se a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) foi prefeita três vezes e com administração alcançando alto índice de aprovação, natural que ela convocasse alguns dos seus ex-auxiliares. Critério simples: confiança e competência. Simples assim. Se observar governos passados, essa regra foi respeitada, independentemente do registro de nascimento dos secretários. Veja o exemplo do senador-ministro Garibaldi Alves Filho (PMDB), que leva consigo ou indica nomes de sua confiança, onde quer que esteja. Ademais, é preciso entender que Mossoró é Rio Grande do Norte. Tratá-la de outra maneira passa a ideia de discriminação. Aliás, imaginava-se que esse tipo de sentimento havia sido superado com a eleição de Rosalba, tanto para o Senado (em 2006) quanto para o Governo (em 2010). Com um detalhe: nas duas eleições Rosalba foi primeira colocada na capital, superando adversários que fizeram carreira política em Natal. Em 2010, por exemplo, a governadora suplantou o ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT), que hoje lidera as pesquisas da sucessão natalense. Logo, não há o sentimento de divisão do natalense em relação ao mossoroense, até porque Natal já foi administrada por prefeitos nascidos em Mossoró, tanto no passado distante quanto no recente: Jorge Ivan Cascudo Rodrigues, José Agripino Maia (DEM), Wilma Maria de Faria (PSB), todos com excelente aprovação popular. Pois bem. O cidadão não quer saber a origem do nascimento de auxiliares do Governo. Tanto faz se nasceu em Mossoró, Natal ou na Conchichina. O que o povo quer é que o Governo dê as respostas das quais ele anseia. Quer trabalho, solução para os problemas que afligem a sociedade, programas que melhorem a vida das pessoas. O debate sobre a naturalidade de secretários fica para quem tem outros desejos, certamente, impublicáveis.
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